A terapia psicanalítica é orientada por sessões onde aparecem palavras, repetições, com campo para elaborações durante a sessão, ou mesmo após. Neste sentido, o psicanalista junto ao paciente promovem mudanças que facilitam a compreensão da temporalidade do inconsciente.
Nas sessões de análise, o paciente fala livremente o que lhe vem à mente, caracterizando a “cura pela fala”. O psicanalista intervém muito pouco, de forma bastante dirigida para que o paciente chegue à sua própria verdade sozinho.
Durante as sessões de terapia, o psicanalista escuta enquanto o paciente discute fantasias e sonhos e narra experiências. O terapeuta procura padrões ou eventos recorrentes do passado que possam desempenhar um papel nos problemas atuais do paciente.
Ali durante as sessões, não existe pressão, padrão, expectativa ou julgamento. O paciente guia o psicanalista através da sua fala e comportamento. Um lugar seguro aonde a caixa do incêndio pode ser explorada
sem medo. Para Debora Santos, a abordagem correta é aquela que supre as necessidades do paciente.